Apóstola do Rosário e da Família
No passado dia 28 de Maio de 2006, a diocese de Viseu, teve o prazer de acolher, a solene beatificação de Rita Lopes de Almeida (mais tarde Madre Rita Amada de Jesus). Madre Rita, nasceu a 5 de Março de 1848, no lugar de Casalmendinho, freguesia de Ribafeita, concelho de Viseu. Filha de agricultores abastados (Manuel Lopes e Josefa de Jesus Almeida), teve uma infância feliz, marcada pelas previsões apocalípticas de sua mãe e da tentativa de adopção, por parte de um casal abastado que entretanto conhecera. Desde sempre, Rita Amada mostrou uma grande devoção ao altíssimo, chegando a passar duas horas por dia a rezar o terço em frente ao Santíssimo Sacramento. Aos 24 anos, sente inspiração divina para fundar um convento, com o fim de albergar mulheres e crianças em dificuldades, mas o confessor pensa ser inspiração diabólica e apenas oito anos depois consegue realizar tão desejado sonho. Aos 29 anos entra nas filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, as quais abandona para fundar o Instituto.
Madre Rita, entrega-se “ corpo e alma” à fundação/manutenção do Instituto Jesus Maria e José, o qual se destina à ajuda social. Apesar de perseguida pelo estado, a sua obra conseguiu prevalecer, e alargar-se a países como Brasil, Bolívia, Paraguai, Angola e Moçambique, contando actualmente com aproximadamente 300 irmãs, 50 das quais em Portugal (residindo nas dioceses de : Viseu, Lamego, Guarda, Castelo Branco e Porto).
A Apostola do Rosário e da Família, viria a morrer a 6 de Janeiro de 1913.
A cerimónia de Beatificação, foi Presidida pelo Cardeal Legado do Santo Padre, D. José Saraiva Martins e concelebrada por alguns bispos da CEP e de ouros países entre os quais D. António Marto, actual Administrador Apostólico da Diocese de Viseu e Bispo de Leiria-Fátima; decorrendo sem percalços e tendo assistido cerca de 5 mil pessoas espalhadas entre o adro da Sé Catedral e a Praça D.Duarte.
Madre Rita, é um modelo de vida, que como referiu D.António, durante a homilia, “(...) é a confirmação e a ilustração de que a santidade da vida é a realidade mais necessária para a renovação dos corações, das famílias, das relações interpessoais e para uma autênticas humanização da sociedade e do mundo, um contributo decisivo para a civilização do amor.”
Madre Rita, entrega-se “ corpo e alma” à fundação/manutenção do Instituto Jesus Maria e José, o qual se destina à ajuda social. Apesar de perseguida pelo estado, a sua obra conseguiu prevalecer, e alargar-se a países como Brasil, Bolívia, Paraguai, Angola e Moçambique, contando actualmente com aproximadamente 300 irmãs, 50 das quais em Portugal (residindo nas dioceses de : Viseu, Lamego, Guarda, Castelo Branco e Porto).
A Apostola do Rosário e da Família, viria a morrer a 6 de Janeiro de 1913.
A cerimónia de Beatificação, foi Presidida pelo Cardeal Legado do Santo Padre, D. José Saraiva Martins e concelebrada por alguns bispos da CEP e de ouros países entre os quais D. António Marto, actual Administrador Apostólico da Diocese de Viseu e Bispo de Leiria-Fátima; decorrendo sem percalços e tendo assistido cerca de 5 mil pessoas espalhadas entre o adro da Sé Catedral e a Praça D.Duarte.
Madre Rita, é um modelo de vida, que como referiu D.António, durante a homilia, “(...) é a confirmação e a ilustração de que a santidade da vida é a realidade mais necessária para a renovação dos corações, das famílias, das relações interpessoais e para uma autênticas humanização da sociedade e do mundo, um contributo decisivo para a civilização do amor.”
Com amizade,
Rafael Almeida


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